quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Palestra

No dia 29 de outubro de 2014, os alunos do primeiro ano do Ensino Médio ouviram uma palestra ministrada pelo psicólogo Evandro Santana. Após assistirem a dois filmes, os alunos e o palestrante puderam tecer impressões e conversar acerca de temáticas importantes como motivação, persistência, dentre outras.

A partir de filósofos como Sartre, a questão da motivação (motivo + ação), da felicidade e da busca foi tratada de maneira descontraída onde se buscou concluir que o maior motivo para nosso empenho está dentro de nós mesmos.








segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Biografia






Sempre que lhe perguntam se está contente com a profissão que escolheu, o empresário Alex Lima responde que sim, pois felizes aqueles, como ele, que fazem na vida o que gostam.  Para ser cozinheiro, é fundamental que a pessoa goste de cozinhar e de comer, e que tenha o dom, o início de tudo nesta profissão.
Alex Lima Alves nasceu em Bom Despacho-MG, em 21 de agosto de 1981. Descende de uma família rica em decadência, o empreendedor concluiu o ensino fundamental, mas deixou os estudos para ajudar nas despesas da casa.
Dos 13 aos 23 anos, Alex trabalhou no Hospital Santo Antônio, exercia diversas funções e nas horas de folga, vendia bombons,  preparava jantares e almoços  para alguns conhecidos.
O aprendizado começou pra valer, quando foi convidado por Vilmar Filho para fazer um jantar em sua casa, o qual receberia os cantores Gino e Geno e o ex-governador Eduardo Azeredo. Seu talento foi agraciado por todos e o ex-governador o convidou para ir a Belo Horizonte.
 Uma nova etapa começou na vida de Alex Lima. O empresário participou de programas culinários na TV e o sonho de ter seu restaurante crescia a cada dia. Sempre devoto de Nossa Senhora, sua fé inabalável nunca permitiu que ele desistisse.
Já com algumas economias devidas às sociedades que fez, o empreendedor criou gados, vendeu e comprou uma parte do terreno que hoje, com uma bela estrutura, é o seu Buffet, localizado em Santo Antônio do Monte. Mas o seu grande sonho sempre foi comprar uma casa para sua mãe.
Alex passou dificuldades, sofreu humilhações e superou. Com o pouco que ainda lhe sobrara, comprou uma floricultura e a transformou em um ótimo negócio, decorava os jantares e fez sucesso.
Hoje, Alex é dono de um dos maiores Buffets da região, o reconhecimento de seu trabalho é feito pela fiel clientela. O empresário recebeu diversas premiações:
Troféu Crescendo com Minas - Programa "Nas Trilhas das Gerais" - TV Band Minas

Destaques Comerciais e Profissionais - Categoria Jovem Empreendedor (Palácio das Artes - Belo Horizonte - 2008)

Troféu Magalhães Pinto - Gente que Faz

Troféu Carlos Drummond de Andrade (Itabira 2007)

Moção de Aplauso - Câmara Municipal de S.A.Monte(MG) (2008)

Moção de Aplauso - Câmara Municipal de Formiga(MG) (2008)

Prêmio Destaque Empresarial - Alexandre Silva (2008)

Prêmio Destaque Empresarial - Alexandre Silva (2009)

Prêmio Jovem Empreendedor - Gazeta Montense (2009)

Medalha Magalhães Pinto - Gente que Faz (2009)

Honra ao Mérito Rede Globo de Televisão Destaque de Minas Gerais (2009)

Ele atua também como consultor gastronômico, dá palestras e presta assessoria a restaurantes.  Tantos anos depois, Alex ainda mantém a mesma fé e diz que ela é o fogo sagrado que alimenta a profissão.  Dele se pode dizer o que vale para poucos: “Esse cara nasceu para brilhar.”

Alunos do 1º ANO EM
Professora de Português 
Professora de Empreendedorismo & Gestão




sábado, 25 de outubro de 2014

Vamos aprender um pouco sobre organizações e macroeconomia?

Fundamentos de Gestão
Organizações e administrações

Objetivos e recursos são as palavras-chave na definição de administração e também de organização. Uma organização é uma combinação de recursos que procura deliberadamente realizar algum tipo de objetivo ou objetivos. As organizações estão por toda a parte. A universidade é uma delas. A ONU, a prefeitura, a padaria da esquina também. As organizações são muito diversificadas quanto a tamanho e forma, produtos e serviços, recursos e áreas de atuação. As organizações são o principal cenário em que se desenrola o processo administrativo. A administração é uma tecnologia que permite às organizações ser capazes de cumprir suas finalidades.

Elementos das organizações

Uma organização é um sistema de recursos que procura realizar objetivos. Um sistema é um  todo complexo e organizado, formado de partes que interagem, para realizar um objetivo. Todas as organizações são sistemas, embora nem todos os sistemas sejam organizações. As organizações têm outros elementos importantes: divisão de trabalho e processos de transformação. A organização transforma recursos em produtos e serviços.
Recursos
Organização
Objetivos
Humanos
Materiais
Financeiros
Informação
Processos de transformação
Divisão do trabalho
Coordenação
Produtos
serviços
  1)      Objetivos
Organizações são grupos sociais deliberadamente orientados para a realização de objetivos ou finalidades, que podem ser classificados em duas categorias principais: produtos e serviços. Uma organização em particular pode produzir diferentes produtos e ao mesmo tempo prestar diferentes serviços. Uma montadora de veículos, produz e desenvolve veículos e presta serviços como assistência técnica, por exemplo.  Objetivos de longo prazo são chamados missões ou negócios. Eficácia é a palavra usada para indicar que a organização realiza seus objetivos. Quanto maior o grau de realização dos objetivos, mais a organização é eficaz.

  2)      Recursos
As pessoas são o principal recurso que as organizações utilizam para realizar seus objetivos. De fato, as organizações são principalmente grupos que utilizam recursos. Além das pessoas, as organizações empregam dinheiro, tempo, espaço e recursos materiais, como instalações, máquinas, móveis e equipamentos. Eficiência é a palavra usada para indicar que a organização utiliza corretamente seus recursos. Quanto maior o grau de produtividade na utilização de recursos, mais eficiente a organização é.  Em muitos casos, isso significa usar menor quantidade de recursos para produzir mais.

   3)      Divisão do trabalho
Numa empresa, cada pessoa tem atribuições específicas. Divisão do trabalho é o processo que permite superar as limitações individuais por meio da especialização. Quando se juntam as pequenas contribuições especializadas, realizam-se produtos e serviços que ninguém conseguiria fazer sozinho. Coordenação é o processo que procura atender às necessidades de interdependência, de modo a atingir a finalidade.

  4)      Processos de transformação
Por meio de processos, o sistema transforma os recursos para produzir resultados. Um processo é um conjunto de atividades ordenadas no tempo e espaço, com começo e fim, entradas e saídas. Alguns processos comuns que se encontram na maioria das organizações são:
Produção: transformação de matérias-primas por meio da aplicação de máquinas e atividades humanas, em produtos e serviços.
Administração de encomendas: transformações de pedidos de clientes na entrega ou prestação de serviço.
Administração de recursos humanos: transformações de necessidades de mão-de-obra em disponibilidade de pessoas até seu desligamento da instituição.

Atividades
  
  1)      Com base no texto, dê o conceito de organização e cite alguns exemplos. 
  2)      Quais são os elementos das organizações? 
  3)      Explique com suas palavras o significado de missão.
  4)      Qual é a diferença entre eficácia e eficiência?
  5)      Por que é importância a divisão de trabalho em uma empresa ou negócio?


Ambiente empresarial
Principais aspectos ligados à macroeconomia

No início do século XXI, a abordagem dos economistas tem-se dirigido à Nova Economia, à tecnologia da informação, ao ajuste externo e interno, à globalização dos mercados, etc. Assistimos às evidências do impacto dessas mudanças no nosso dia-a-dia, às vezes, sem nos preocuparmos muito com as consequências. Por isso, fazemos diversas indagações:

Quais são exatamente os efeitos dessas mudanças? Como elas podem afetar os padrões de vida e a taxa de crescimento da economia? Como estas mudanças na economia atingem o emprego e o desemprego, os preços e o equilíbrio do balanço de pagamentos? Por que razão as rendas são atualmente mais elevadas do que em 1970 e por que, em 1970, eram mais altas do que tinham sido em 1930? Ainda, por que razão alguns países têm inflação, alta enquanto outros têm preços estáveis? Quais as causas da recessão e da depressão, e como as políticas públicas podem evitá-las? Por que a região onde você mora é mais ou menos desenvolvida? Como explicar taxas tão elevadas de desemprego no Brasil e no mundo?

Várias são as explicações para a questão do desemprego. Em muitos casos, a razão é atribuída ao próprio indivíduo, por não estar preparado para as exigências do mercado de trabalho ou por não aceitar reduções salariais. Na verdade, trata-se da “dança das cadeiras”, conforme argumentou Souza (2000). Será que, por mais preparado que o indivíduo esteja, haverá local para ele sentar-se? Estar melhor preparado significa a possibilidade de primeiro sentar-se na cadeira. Contudo, devemos analisar a questão na totalidade, ou seja, se a economia não é capaz de gerar cadeiras suficientes, inevitavelmente, pessoas ficarão de pé, por mais preparados que estejam. Bom,         mas aí argumentam que é a inovação tecnológica que destrói as cadeiras existentes na economia; o trabalho humano passa a ser substituído por máquinas. Estaríamos vivendo a época do fim do emprego, ou seja, nada podemos fazer, e o desemprego é algo inevitável.

 Novamente, ao observarmos a questão do ponto de vista individual, a inovação tecnológica causa desemprego. Contudo, ao mesmo tempo em que destrói, cria novos produtos, empresas, atividades econômicas e empregos. Em outras palavras, a inovação tecnológica, embora possa modificar o nível de emprego, não determina, a priori,   seu resultado. Generalizando, os vários argumentos, tais como rigidez no mercado de trabalho, altos encargos trabalhistas, salários nominais rígidos, etc., são facilmente refutáveis e não determinam, a princípio, o nível de emprego. O que queremos argumentar é que estar ou não empregado não é uma mera escolha individual. O aumento do nível de emprego ocorre quando a taxa de expansão da economia supera o aumento da produtividade do trabalho (que significa um mesmo indivíduo passar a produzir mais no mesmo espaço de tempo, fruto de inovações tecnológicas). Simplificando, o aumento da produtividade dispensa cadeiras. Contudo, o crescimento econômico deve ser capaz de gerar cadeiras suficientes para compensar as perdas e ainda absorver os jovens           
entrantes no mercado de trabalho. Deparamo-nos, então, com duas variáveis que, de fato, determinam, a priori, a quantidade de cadeiras existentes na economia: o crescimento econômico e a produtividade do trabalho. E quem são os “atores” que decidem sobre essas variáveis?    Como anteriormente afirmamos, a inovação tecnológica, a princípio, não determina o nível de emprego. Essa é uma faceta menos grave do problema. A outra é a questão do crescimento econômico.

Vamos considerar como dada a variável produtividade. Caso não houvesse um crescimento da economia suficiente para absorver os entrantes no mercado de trabalho, inevitavelmente teríamos desemprego, pois não haveria emprego para os novos profissionais. Percebe-se que isso é o que acontece no Brasil atualmente. Dessa forma, a
questão agora é entender o porquê de taxas tão medíocres de crescimento, como por exemplo, o da economia brasileira, principalmente nos anos 1990 – justamente a década em que assistimos a uma das maiores taxas de desemprego de nossa história. Agora, trata-se de uma escolha,            principalmente, política. Em suma, a verdadeira explicação para o desemprego é justamente a estagnação do crescimento econômico.

O crescimento econômico está entre as metas dos formuladores da política econômica e refere-se à expansão da produção do país, uma quantidade maior de bens e serviços à disposição da sociedade.

O Sistema de Contas Nacionais, tal como é empregado no Brasil e no resto do mundo, deve-se aos trabalhos de vários economistas que se dedicaram à tarefa de homogeneizar a linguagem e definiram todos os fluxos entre as principais variáveis como: consumo, investimento, renda, poupanças, produto interno e nacional. Se observarmos o comportamento da economia de um determinado país, facilmente notaremos que as atividades econômicas oscilam com o decorrer do tempo. Para medir as oscilações referidas, entre os vários tipos de indicadores, um dos mais representativos desta                 performance é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado trimestralmente e que deve ser acompanhado com atenção. O PIB faz uma radiografia de toda atividade econômica.

O PIB é identificado como o valor monetário de todos os bens e a ótica da produção, serviços finais produzidos em um país em dado período de tempo. Dividindo-se o PIB pela população residente no país, você acha o PIB per capita. Hipoteticamente, podemos dizer que, se a produção de bens e serviços de um país cresce mais rapidamente que a taxa de crescimento da população, em média, a produção por pessoa deve aumentar.              

Contudo, lembre-se de que o que importa para as pessoas é o valor    real da moeda, traduzido no poder de compra da sua renda (salários,                juros, aluguéis e lucro; juros e aluguéis). Onde estiver ocorrendo um processo de mudança de e a ótica da despesa, preços (inflação ou deflação), vamos falar em PIB real. Portanto, o que se refere aos PIB real deve ser compreendido como uma medida de produto que agentes que leva em conta as alterações dos preços e não pode ser desprezado. A seguinte equação representa os condicionantes do crescimento econômico:   

PIB = consumo das famílias + gasto do governo + investimento das empresas + exportação líquida.

Consumo das famílias: ao se apropriarem de suas rendas, as famílias destinam uma parte ao consumo de bens e serviços. Quanto mais as famílias consumirem, mais as empresas terão que produzir para suprir as demandas por bens e serviços das pessoas.

Investimento das empresas: é uma das mais importantes variáveis para o crescimento de um país. Ao investirem, as firmas elevam o nível de emprego, produto e renda. As indústrias, na maioria das vezes, não possuem recursos suficientes para realizar seus planos de investimento e, com isso, precisam recorrer a empréstimos junto às instituições financeiras, pagando uma determinada taxa de juros pelo dinheiro que tomam emprestado. Portanto, para que exista um nível de investimento elevado na economia, é necessário que se mantenha a taxa de juros baixa.

Gasto público: ao fazer obras, construir, operar suas estatais, etc., o governo está empregando mais pessoas, expandindo o nível de emprego e, ao mesmo tempo, dando condições para que as empresas produzam mais. Assim, ao comprar e produzir mais, o governo causa uma elevação da produção e do nível de emprego, e aumenta o nível de renda da economia.

Exportação líquida: são as exportações menos importações de um país. Quanto maior o saldo, maiores o nível de emprego e o crescimento econômico, já que a produção deve aumentar; quanto menor o saldo, menor o nível de emprego, pois produtos que eram produzidos aqui passam a ser comprados do exterior, piorando a produção da economia.

Na avaliação da qualidade de vida da população, faz-se necessário considerar não apenas os aspectos econômicos, mas também aqueles ligados à oferta de bens públicos, como saúde e educação, que          afetam diretamente o bem-estar. A utilização de indicadores sociais como parte da avaliação da riqueza de uma região insere-se na discussão entre crescimento e desenvolvimento econômico. A preocupação com o bem-estar da sociedade nos remete ao confronto de dois importantes conceitos: crescimento econômico versus desenvolvimento econômico.  Desse modo, observa-se nas sociedades em fase de desenvolvimento ou subdesenvolvidas a ocorrência de crescimento sem desenvolvimento. Se o crescimento for muito concentrado, isto é, mal distribuído, a maior parte da população não se beneficia da elevação da renda gerada na economia.      

ATIVIDADES

  1)      Identifique alguns aspectos do crescimento econômico na sua   cidade, região e Estado.              
  2)    Pesquise qual é o PIB dos Estados brasileiros?  Identifique as atividades econômicas mais relevantes das nossas cinco regiões.
  3)      Elabore um texto argumentativo explicando os fatores que interferem na taxa de empregos.
  4) Procure pesquisar o IDH de sua cidade e como ele vem evoluindo 

Fonte: Economia (introdução) / Carlos Magno Mendes... [et al.]. – Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração / UFSC, 2007. 158p.
Fonte: MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à administração.7. ed.              rev. e ampl. São Paulo:                Atlas, 2007. Ambiente Empresarial

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Ambiente Empresarial

Empreendedorismo e Gestão: Ambiente Empresarial

Estrutura de Mercado II

Uma estrutura bastante conhecida, nos dias de hoje, no campo da competição imperfeita é o oligopólio. Oligopólio é um tipo de estrutura normalmente caracterizada por um pequeno número de empresas que dominam a oferta de mercado. Pode- se caracterizá-la como um mercado em que há um pequeno número de empresas, como a indústria automobilística, ou, então, onde há um grande número de empresas, mas poucas dominam o mercado, como a indústria de bebidas.        O setor produtivo brasileiro é altamente oligopolizado, sendo possível encontrar inúmeros exemplos: montadoras de veículos, setor de cosméticos, indústria de papel, indústria de bebidas, indústria química, indústria farmacêutica, etc. O oligopólio pode ser:

·         Puro: quando os concorrentes oferecem exatamente os mesmos produtos homogêneos, iguais, substitutos entre si. Exemplo: cimento, da indústria de cimento; alumínio, da indústria de alumínio; ou
·         Diferenciado: quando o produto não é homogêneo. Exemplo: indústria automobilística ou de cigarro. Ou seja, embora semelhantes entre si, esses produtos não são idênticos – o Gol é diferente do Fiat Uno, etc.

O oligopólio apresenta como principal característica o fato de as firmas serem interdependentes. Isso decorre do pequeno número de firmas existentes na indústria, e significa que as firmas levam em consideração e reagem às decisões quanto a preço e produção de outras firmas.

No oligopólio, tanto as quantidades ofertadas quanto os preços são fixados entre as empresas por meio de conluios ou cartéis. O cartel é uma organização (formal ou informal) de produtores dentro de um setor que determina a política de preços para todas as empresas que a ele pertencem. Exemplo: Cartel da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que estabelece o preço do petróleo no mercado mundial.


Será que existe formação de cartel entre os distribuidores de álcool no Brasil? E entre os distribuidores de gasolina? Pense nisso!


Além dos cartéis, existe outro modelo de oligopólio chamado de liderança de preço. Liderança de preço é a forma de conluio imperfeito em que as empresas do setor oligopolístico decidem, sem acordo formal, estabelecer o mesmo preço, aceitando a liderança de preço de uma empresa da indústria.
Esse modelo pressupõe que a liderança decorre do fato de que uma das firmas rivais possui estrutura de custos mais baixos que as demais. Por essa razão, consegue se impor como líder do grupo. Inicialmente, os preços podem ser diferenciados. O mercado, entretanto, preferirá o produto que esteja sendo oferecido a preços mais baixos. Desta forma, resta às firmas que oferecem o produto a preços mais elevados duas possibilidades: ou mantêm o preço e, como consequência, são banidas do mercado, ou, então, aceitam o preço praticado pela rival de menores custos, que é mais baixo, e continuam no mercado, sem maximizar seus lucros.   
Assim é que a firma líder de preço fica, através de um acordo tácito (isto é, um acordo não formal), responsável pela determinação do nível de venda do produto. As firmas menos favorecidas em termos     de preços tornam-se seguidoras dos preços fixados pela firma líder.
A outra estrutura de mercado imperfeito é a concorrência monopólica ou concorrência monopolista. Ela está presente em vários setores da economia, mais do que você imagina. Ela tem como característica marcante empresas produzindo produtos diferenciados, embora sendo substitutos próximos. Nota-se, então, que, na concorrência monopolística, a empresa tem determinado poder sobre a fixação de preços. A diferenciação do produto pode ocorrer por características físicas, de embalagem ou pelo esquema de promoção de vendas. Como exemplo, temos os laboratórios farmacêuticos, as indústrias alimentícias, automobilísticas, etc.
As principais características da concorrência monopolista são:
·         Margem de manobra para fixação dos preços não muito ampla, uma vez que existem produtos substitutos no mercado; e
·         Número relativamente grande de empresas com certo poder concorrencial, porém com segmentos e produtos diferenciados, seja por características físicas, seja por embalagens ou prestação de serviços complementares (pós-venda).
Essas características acabam dando um pequeno poder monopolista sobre o preço de seu produto, embora o mercado seja competitivo – daí o nome de concorrência monopolista.

          

Questões:

Com base no texto lido, responda:

1)      O que é o oligopólio?
2)      Qual é a diferença entre o oligopólio e o monopólio?
3)      Quais são as principais características do oligopólio?
4)      Quais são as principais características da concorrência monopolista?
5)      Dê exemplos de empresas oligopolistas
6)      Qual é a relação existente entre esse assunto e a concorrência desleal mencionada na palestra do empresário Denis, proprietário da empresa Quatro Estações, em nossa visita à sua fábrica?
7)      Há vários programas de qualidade para as empresas manterem padrões cada vez maiores. Um exemplo é o programa 10 S, integrado por 10 sensos e 10 mandamentos.

·         Senso de utilização: Tem como objetivo, “separar por grau, tipo ou tamanho”. O ponto chave é saber o que seria essencial estar presente naquele ambiente de trabalho, eliminando tudo o que não agrega valor, utilizando todos os recursos disponíveis, evitando o excesso, desperdícios e má utilização.
·         Senso de ordenação: Ordenar é a consequência natural de arrumar aquilo que se utiliza é ter o que é necessário na quantidade certa, na hora e local adequados.
·         Senso de limpeza: O contexto desse senso seria zelar pela conservação e limpeza de tudo que utilizamos.
·          Senso de saúde e higiene; senso de autodisciplina: devem-se cumprir os procedimentos operacionais, a ética e os padrões da empresa.
·         Senso de determinação de união: as chaves do senso são motivação, liderança e comunicação.
·         Senso de treinamento: permitindo qualificar o profissional e engrandecer o ser humano que passa a ter maior empregabilidade.
·         Senso de economia e combate ao desperdício;
·         Senso de princípios morais e éticos: A empresa deve definir padrões de conduta, para que cada empregado saiba o que é certo e o que é errado;

Mandamentos da qualidade total

I.   Ficarei com o estritamente necessário.
II.  Definirei um lugar para cada coisa.
III. Manterei cada coisa em seu lugar.
IV. Manterei tudo limpo e em condições de uso.
V.  Combaterei todas as causas de sujeira.
VI. Identificarei toda e qualquer situação de risco.
VII. Trabalharei com segurança.
VIII. Estudarei qualquer norma ou padrão até conseguir compreendê-la.
IX. Procurarei formas de melhorar meu trabalho.
X.   Honrarei todos os compromissos.

Elabore os sensos e mandamentos de sua empresa simulada citando os benefícios decorrentes dos mesmos.













Fonte:

Fonte: Economia (introdução) / Carlos Magno Mendes... [et al.]. – Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração / UFSC, 2007. 158p.

Visita à fabrica de sorvetes Quatro Estações

No dia 24 de setembro, os alunos do Reinventando o Ensino Médio (primeiro ano) foram à fábrica de Sorvetes Quatro Estações, localizada na cidade de Arcos/MG.

Os alunos foram muito bem recebidos pelo empresário e proprietário Denis Tiago Neves, que mostrou aos mesmos as instalações da fábrica: depósito, processo de embalamento de picolés, câmara fria, dentre outras. Durante a visita, Denis foi explicando aos alunos como é o processo de embalamento, de pasteurização, de resfriamento e as condições necessárias para depositar os produtos.

Após visitarem as instalações, os alunos se dirigiram ao auditório. Denis relatou como surgiu a sorveteria e quais foram os passos e desafios para alcançar o sucesso que seu empreendimento tem hoje.

Além de fornecer informações muito importantes acerca da missão da empresa, de sua visão, do layout, do marketing, do planejamento, o proprietário falou com os alunos acerca do perfil de funcionário dos tempos atuais.

A empresa segue o programa ELOS, que significa economia, limpeza, organização e segurança. De fato, os alunos puderam verificar o quanto a empresa zela pela organização e limpeza. O enfoque da qualidade foi abordado no diálogo do proprietário com os alunos, que frisou ainda a importância da disciplina, da organização, da limpeza.

A sorveteria Quatro Estações é uma empresa bastante conceituada na região. Com uma fábrica ampla na cidade, a sorveteria atende cerca de 100 cidades. Além disso, há vários pontos e lojas pela cidade. O proprietário falou acerca da concorrência, que se não for desleal, impulsiona a sorveteria a melhorar cada vez mais a qualidade de seus produtos.

Após sabatinarem o proprietário com perguntas e curiosidades, os alunos puderam saborear as delícias produzidas na sorveteria.

Uma das curiosidades refere-se ao símbolo da Sorveteria e ao nome. Segundo o proprietário, o símbolo evoca o movimento que a Terra executa em torno do Sol, o que representa as quatro estações do ano (a Terra é representada por uma cereja, em alusão ao sorvete). As cores utilizadas evocam o frio (azul) e o quente (amarelo/vermelho), tudo muito interessante e significativo.

Mais um passeio de muita aprendizagem e sucesso!



 Missão e Visão da empresa Quatro Estações



Ao abrir sua fábrica à visitação, verifica-se transparência e compromisso social




 Princípios adotados pela Empresa












Mostra de Trabalhos

No dia 19 de setembro de 2014, os alunos do primeiro ano do Ensino Médio participaram dos Eventos da Mostra anual de trabalhos da Escola Estadual José Geraldo de Melo e da Primeira Mostra de Trabalhos do Reinventando o Ensino Médio (REM).

 Preparação da mostra



Ornamentação das salas

O evento que acontece anualmente foi comemorado juntamente com a Semana da Família e contou com recital de poesias dos alunos do Ensino Fundamental; palestra com o Senhor Vanderley, divulgação dos cadernos de poesias feitos pelos alunos, divulgação do Jornal Informativo Escolar Ilha.Com, exposição de trabalhos, o belíssimo teatro apresentado pelos alunos do Primeiro Ano: O alto da Compadecida e jantar oferecido aos pais.

Palestra sobre Família

Presença das famílias na escola



Divulgação do jornal Informativo Escolar Ilha.Com

Apresentação de trabalhos do Primeiro Ano: Modelos atômicos


No que concerne à mostra de trabalhos do REM, a aluna Naiara R. foi a oradora. Além de ser exibido um vídeo com os principais eventos do Primeiro Semestre, os alunos apresentaram vídeos de suas empresas simuladas e explicaram como foi realizada a pesquisa de mercado e o Primeiro Plano de Negócios. Os alunos Luan, José Ricardo, Ana Paula, Lílian, Sândy e Joice apresentaram suas empresas simuladas.

Em seguida, os visitantes foram convidados a conferir os stands das três empresas simuladas, A proposta dos stands seria a de fazer o marketing e o show-room das empresas simuladas e distribuir propagandas (cartões de visitas e lembranças).

Os alunos do Primeiro Ano serviram ainda aos convidados alimentos confeccionados pelos mesmos que representaram os modelos atômicos (matéria estudada em Química). Dessa forma, o modelo de Dalton foi representado por um bolo redondo, o modelo de Thomson também, com confetes representando os elétrons, o modelo de Rutherford teve como núcleo uma salpet rodeada por pimentinhas representativas de elétrons e o modelo de Bohr foi representado por um rocambole de camadas.

O evento foi um show e os alunos brilharam. Agradecemos aos pais que foram parceiros ímpares nos trabalhos de seus filhos.

Parabéns aos alunos!


Apresentação realizada pela aluna Naiara 

Exibição de vídeo com as atividades realizadas pelos alunos






Stand da Bolt Fashion Loja com croquis e desenhos

" Modelos atômicos "servidos ao público


Stands da Agropecuária & Cia com sementes para serem doadas 




Stands da Academia Fitness Music (as 50 garrafinhas doadas como lembrança foram um sucesso)



Trabalhos realizados: Diários de Bordo, Pesquisa de Mercado, Plano de Negócios, Curriculum Vitae, dentre outros.



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Um passeio cultural na capital mineira

No dia 04 de setembro de 2014, os alunos do 1º ano do Ensino Médio da Escola Estadual "José Geraldo de Melo" fizeram um  passeio riquíssimo na capital mineira.

Além de passearem no shopping, os alunos visitaram o Circuito Cultural da Praça da Liberdade e puderam contemplar as maravilhas dos Museus Memorial Minas Gerais Vale e Museu das Minas e  Metal.

No Memorial Vale, os alunos puderam apreciar a Mostra O Modernismo no Brasil e as releituras da Semana de Arte Moderna de 1922 e das mudanças que ocorreram no quadro político e cultural do pais.








No Museu das Minas e do Metal, os alunos foram muito bem recebidos pelos monitores que os guiaram pelo roteiro Horizontes Secretos, que traz a magia da exploração dos códigos antigos, os mistérios da nanotecnologia e do mundo microscópico.

Neste roteiro, os alunos puderam se encantar com as belezas minerais do acervo Djalma Guimarães e aprender melhor sobre os mistérios dos materiais que nos cerca, além de apreciar a belíssima arquitetura do Prédio Rosa.